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208 páginas

14 x 28 cm 

capa em serigrafia e areia

Lote 42

2013 

Com o casamento afundado em profunda monotonia, Luiz Fernando* e Giuliana* buscam a terapia para tentar reanimar a relação. A recomendação do analista para que voltem a ter assunto: discutir, na hora do jantar, notícias dos principais portais brasileiros**. Também sentado à mesa, o filho do casal, Allyson*, vai desenhando com lápis de cor aquilo que escuta.

(*NOMES FICTÍCIOS) (**NOTÍCIAS VERDADEIRAS)

 

Seu Azul apresenta os diálogos fictícios de um casal que tenta quebrar a monotonia discutindo manchetes de notícias. As manchetes são reais, publicadas em grandes portais brasileiros, e vão de dicas do Batman para ser bem-sucedido a times de futebol dos atores do Chaves. 

 

A dupla de protagonistas dialoga sem texto auxiliar. Nenhum narrador para elucubrar, contextualizar, guiar, esclarecer ou confundir o leitor; nenhuma marcação de fala para indicar qual deles está dizendo o quê. Do começo ao fim de Seu Azul, a linguagem verbal restringe-se a intercalar a fala de um com a do outro e, desse modo, termina por delegar aos demais elementos do livro encargos que, habitualmente, são de sua responsabilidade. 

 

Na ausência de narrador, foi delegada à linguagem visual a missão de induzir o leitor a uma sensação de incômodo diante do vazio e da mesquinhez escondidos por trás daquele festival de humor involuntário. Primeiro, através dos desenhos que o menino Allyson executa em silêncio a cada jantar, enquanto ouve as asneiras proferidas por seus pais. Porém, apesar das ilustrações bastante perturbadoras do garoto, quem de fato assume a incumbência de causar desconforto é o próprio objeto. Ou melhor: a areia que o reveste. 

 

Utilizando um pincel, aplicou-se cola de silicone sobre uma significativa área da parte externa do livro para, então, salpicar areia suficiente para encapar cada exemplar com uma espessa crosta. Como as milhares de partículas do material não aderiam integralmente à superfície, conforme o volume era manuseado os grãos iam, pouco a pouco, se desprendendo, tornando impossível ler Seu Azul sem se sujar de areia. 

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I PREMIO LATINO AMERICANO AL DISEÑO EDITORIAL - ARGENTINA (2014)

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