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Em 1814, num pequeno largo recém edificado no Piques, o mais importante entreposto comercial da São Paulo de então, foi erguido o primeiro monumento da cidade, um obelisco. A coluna pontiaguda de pedra de cantaria, medindo pouco mais de oito metros de altura, recebeu o nome oficial de Obelisco da Memória. Na voz das ruas, porém, não foi nem Obelisco, nem da Memória: virou a Pirâmide do Piques.

De lá pra cá, o local e sua área próxima sofreram profundas transformações que, se por um lado as distanciaram dos holofotes da metrópole, por outro as credenciaram a narrar São Paulo como poucos: uma cidade que avança confiante em direção ao futuro ao mesmo tempo em que emperra em atravancados congestionamentos. Que alardeia o novo enquanto repete velhos enredos. Que se abre em grandes planos mas tropeça distraída em algum minúsculo detalhe. Uma cidade clara e imprecisa, linear e fragmentada, cosmopolita e provinciana, virtuosa e mesquinha, rica e miserável. Mas, de um modo ou de outro, sempre viva.

A Pirâmide do Piques — São Paulo narrada pelo Largo da Memória utiliza o mais antigo monumento paulistano para contar a história da cidade em textos e mais de 300 imagens recolhidas de fontes das mais diversas, amarrados por um projeto gráfico que intervém de modo ativo na narrativa.

256 páginas

21 x 25,8 cm

capa dura

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lombada com costura aparente

Edições Sesc

2021

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Lançamento do livro A PIRÂMIDE DO PIQUES - São Paulo narrada pelo Largo da Memória

Publicado no canal do Sesc Parque Dom Pedro II, em 25 de janeiro de 2021.

Booktrailer A Pirâmide do Piques

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Sempre viva.

Em A Pirâmide do Piques – São Paulo narrada pelo Largo da Memória, Gustavo Piqueira aborda o que há de virtuoso e de contraditório na cidade; leia a entrevista com o autor. [...]

Publicado no site Sesc São Paulo, em 22 de fevereiro de 2021.